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Educando pela arte: desenhos e ilustrações de um artista em diálogo com a educação.

         Fernando é um artista e arte-educador nascido em São Vicente, onde reside no momento. Licenciado em Letras e pós-graduando em Arte e Educação, iniciou a carreira no ensino público. Na busca por superar as dificuldades da sala de aula, encontrou na arte o elemento principal para construção de uma aprendizagem significativa e transformadora. As mudanças foram tamanhas que, ao passo que desenvolvia processos de criação artística com os alunos, foi motivado a entrar de cabeça na realização dos próprios projetos artísticos.

“Nas aulas, eu compartilhava com os alunos o ponto de vista de quê a arte é para todos. Eu os instigava argumentando que todos temos formas particulares de expressão, que cada pessoa poderia desenvolver um estilo pessoal, bastava fazer arte, experimentar arte, viver as possibilidades ímpares que o contato com a arte nos traz. Então um dia caiu a ficha de que eu não aplicava aquilo para mim, que eu não dava credibilidade a minha produção, por isso eu não me focava em desenvolver os meus processos criativos.” explica Fernando.

          Apesar da formação voltada para as artes da palavra, foi nas artes visuais que ele decidiu realizar sua produção. Nesse trajeto, surgiram os desenhos, pinturas e ilustrações que fazem parte do acervo que vem sendo criado há cerca de três anos.  Ele diz que o trabalho como docente tem uma forte influência nas obras, porque começou utilizando os materiais e as práticas de sala de aula nas próprias criações. Além disso, diz que o contato frequente com a produção dos alunos foi uma das grandes referências.

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Arte feita com nanquim, giz de cera e colagem de objetos em papel canson 220g. Ilustração inspirada na metaformose. 

“O meu desenho é um exercício de investigação, eu fui construindo meu traço me provocando a desenhar constantemente, prestando atenção nos meus desenhos, nas soluções que eu encontrava intuitivamente enquanto explorava diferentes formas de desenhar, com materiais variados e também realizando os exercícios que eu propunha nas aulas.” acrescenta o artista.

       

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arte feita com nanquim em folha adesiva

  O artista comenta que não segue a risca nenhuma técnica, optando geralmente por obras em técnica mista. Ele explica que o seu estilo reúne diversas referências, muitas ligadas ao interesse pessoal por arte contemporânea, principalmente gêneros da cultura pop como a arte de rua, Hq’s, animações   televisivas e cinematográficas. Ao falar sobre a comercialização do trabalho dele, ressalta que é uma prática muito recente, pois inicialmente só pensava em exposições. A partir do compartilhamento dos trabalhos nas redes sociais, recebeu um retorno que o fez pensar na possibilidade. Para essa edição do Coletivo, trará séries inéditas de prints de uma parte do acervo, além de obras originais selecionadas especialmente para o evento.

         Sobre a feira, o artista visual diz que é parte de um esforço necessário para a circulação da arte. Ele destaca que eventos do tipo podem gerar possibilidades valiosas de aprendizagem, de troca de olhares e referências, do estabelecimento de vínculos importantes para o crescimento dos artistas e demais trabalhadores independentes.

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Arte feita com caneta posca e tinta acrílica diluída em papel kraft 180g

“Eu acho que o meu trabalho tem muito a ver com o caráter do evento, tanto por levantar a bandeira do hand-made, oferecendo produtos com a marca autoral, quanto pelas características de alguns dos desenhos. Desde o princípio eu busquei alternativas aos materiais industrializados, por questões econômicas e pela possibilidade de produzir arte também como forma de buscar uma forma mais sustentável de existência.”

          Muitos desenhos utilizam papel reciclado como suporte, outros são feitos em papéis reutilizados, de sobras dos trabalhos na escola e recolhidos de gráficas e papelarias. Outros mesclam objetos e recortes de revistas ressignificados em trabalhos de colagem. Alguns são revestidos de molduras revitalizadas, encontradas durante as caminhadas que segundo o desenhista, fazem parte das práticas que envolvem o processo criativo.

          Quer conhecer melhor os trabalhos do Fê? É só aparecer em nossa próxima edição! Clique aqui no evento oficial para confirmar sua presença e já fique por dentro de tudo que vai rolar -> https://goo.gl/9KUk3r  

  • Quando? Sábado – 05 de maio das 14 às 21hrs
  • Onde? AABB – Av. Ana Costa, nº 442 – salão nobre / 3º andar – Gonzaga, Santos/SP
  • Entrada Gratuita! 

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Seleção de presentes para sair da mesmice: domingo no Coletivo!

          Cansou de dar sempre agenda e chinelo no amigo secreto da família e porta-retrato da China na festa da firma? Quem nunca? Se tem uma sensação gostosa nessa vida é poder presentear quem a gente gosta e ver o sorriso de surpresa e felicidade de quem abre um pacote com algo lindo, diferente e escolhido com amor.
      É para isso, também, que existe O Coletivo. Todo mês o projeto reúne 22 expositores que empreendem, criam, produzem e saem das mesmice do comércio convencional. E este mês tem duas edições, dias 10 e 17 de dezembro, que é para ninguém perder a oportunidade de escolher algo especial para dar de presente.
      O mais legal é que tem produtos para todo mundo e preços para todos os bolsos. Para facilitar a lista de compras do seu domingo no Coletivo, fizemos uma seleção de produtos até R$ 25, R$ 50 e R$ 100.
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Ímas pequenos (R$ 5,00 ) e grandes ( R$ 10,00 ) por Conceito Arte 2
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Cookietone – R$ 10 a 12 reais por Cookies Delí
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Estojos de óculos estampados – R$ 18,00 por Na Casa Dela Tinha
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Brinco de crochet – R$ 19,00 por Interior Bijuteria
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Blocos (médios) em encadernação – R$ 20,00 por Conceito Arte 2
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Caneca de cactos em cerâmica – R$ 28,00 por Lia Junqueira
pulseira miçanga emborrachada masculina 29 reais
Pulseiras masculinas (emborrachadas) confeccionadas artesanalmente 
– R$ 29 reais por Anzol
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Porta anéis (pratinho) em cerâmica – R$ 25,00 por Lia Junqueira
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Sabonete desenvolvido com óleos essenciais – R$ 20,00 por Aroma de Hera
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Kit: Moleskie feito à mão com capa em bordado livre e lápis decorados com pompom – R$28,00 por Alecrim handmade
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Caixinha com 10 brigadeiros a sua escolha: são mais de 15 sabores disponíveis! Na foto: tradicional, chocomenta e kinder bueno – R$35 por Brigaderia Becker
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Escapulário Beach: confeccionado com fio encerado, miçangas jablonex e medalhas de metal – R$ 39,00 por Anzol
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Porta maquiagem (esquerda) – R$ 50,00 e porta batom (direita) estampados e feitos em cartonagem – R$ 29,00  por Etc & Tal
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Clutch – bolsa de mão e/ou carteira feita em patchwork e bordada à mão – R$ 49,00 por Na Casa Dela Tinha
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Cabideiro de 2 e 3 ganchos feitos em mosaico – R$ 30 a R$ 45,00 por Free Design
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Bolsa Kate Moss – Coleção Girl Power – R$ 79,00 por Na Casa Dela Tinha
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Unicórnio amigurumi feito à mão – R$70,00 por Alecrim handmade

 Gostou? Tudo isso e muito mais neste DOMINGO! Faça parte do movimento #EuComproDeQuemFaz e faça boas compras! Esperamos por vocês!
Endereço: Av. Siqueira Campos, 431 – Santos/SP
Horário: 15 às 21h
ENTRADA GRATUITA ou colabore com 1 litro de óleo para o Galp.

 

 

Sugestões de presentes handmade e exclusivos: é domingo no Coletivo!

            Começou a contagem regressiva! Estamos a exatos 30 dias do Natal e o post de hoje é mais do que especial! A valorização do trabalho manual é um dos pilares do projeto e por isso frisamos sempre a importância e conscientização deste movimento handmade que vem crescendo a cada dia.

          Para um fim de ano especial, nada mais legal que presentear quem você ama com peças autoriais, exclusivas e feitas por quem também empregou muito amor na confecção, não é?  É por isso que fizemos uma seleção lindíssima com sugestões de produtos até $25, $50 e $100,00. Tem arte para todos os gostos, idades e bolsos! Abaixo você vai passear com os nossos artistas e descobrir um pouquinho do que vai rolar neste domingo:

Presentes até R$ 25,00

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1. Chaveiro em crochet (R$ 20,00) – Renda-se  | 2. Vasinhos em mosaico (R$25,00) – Free Design | 3. Porta fone de ouvido em feltro (R$ 15,00) – Alecrim Handmade | 4. Espírito Santo pintado à mão 9 cm (R$ 20,00) – Fernanda Bastos
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1. Porta anéis em cerâmica (R$ 25,00) de Lia Junqueira | 2. Mini chocotones trufados (R$ 10,00)                   por Cake Casamenteiro | 3.  Porta retrato em cartonagem (R$25) por Etc & Tal  | 4.  Porta moedas estampados (R$ 13,00) por Na Casa Dela Tinha

Presentes até R$ 50,00

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1. Mini vaso em forma de jarro em cerâmica (R$ 50,00) por Lia Junqueira | 2. Espírito Santo pintado à mão – 19 cm (R$ 48,00) por Fernanda Bastos | 3. Cesto em maxi crochet (R$ 50,00) por Renda-se | 4. Clutch mandala (R$ 39,00) por Na Casa Dela Tinha
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1. Porta guardanapos em mosaico (R$35,00) por Free Design | 2. Agendas feitas em cartonagem (R$35,00) por Etc & Tal | 3. Body bordado à mão + sacolinha (R$ 39,00) por Coisinhas de Anne| 4. Kit Hidratante da linha bamboo (R$ 35,00) por Aromas e Sonhos

Presentes até R$ 100,00

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1. Organizador para bijuterias em cerâmica e pinus (R$63,00) por Lia Junqueira | 2. Peixes em madeira pintados à mão (R$ 68,00) por Fernanda Bastos | 3. Luminária com lâmpada de filamento (R$ 89,00) por Josemar móveis | 4. Conjunto para a chegada do bebê – 3 peças no kit (R$ 98,00) por Coisinhas de Anne
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1. Colar em madeira, contas e barriletes (R$ 79,00) por Gijoka bijuterias  | 2. Kit tratamento facial linha vintage (R$55,00) por Aromas e Sonhos | 3. Bolsa estampada Frida Kahlo (R$ 79,00) por Na Casa Dela Tinha | 4. Blusa Lis e vestido Dora Floral (R$ 215,00) Por Alicia mãe e filha

 

          Gostou? Tudo isso e muito mais neste DOMINGO! Faça parte do movimento #EuComproDeQuemFaz e venha prestigiar nossos artistas! Esperamos por vocês!

 

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Evento oficial no facebook: Evento oficial: O Coletivo – feira de criativos – no Kawabanga Snack & Bar 

Endereço: Av. Siqueira Campos, 431 – Santos/SP

Horário: 15 às 21h

ENTRADA GRATUITA ou colabore com 1 litro de óleo para o Galp.

 

 

Autodidata, a criadora da marca Jaya uniu o macramê e sua paixão pelas pedras naturais

          Historiadora de formação, Bruna Azevedo – criadora da marca Jaya Macramê, trabalhou muitos anos como professora e realizando pesquisas na área. Nesse processo de trabalho sempre se dedicou a desenvolver atividades que eram essencialmente mentais e abstrata e, com o passar dos anos, sentiu necessidade de fazer algo que utilizasse as mãos para construir coisas mais concretas.
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Fotografia por Davi Ribeiro / Mamute Lab
          A marca nasce então do gosto pelas atividades manuais, da necessidade em produzir coisas belas e também como uma forma de ajudar as pessoas, trazendo acessórios que, segundo a artesã, são também amuletos de cura. Ela acredita que o Universo pode nos trazer harmonia se soubermos ouvir seus pequenos sinais. As pedras escolhidas para a marca são, em sua maioria, lapidadas uma a uma por um pequeno artesão de Minas Gerais, e, sempre que possível, a artesã também traz algumas pedras importadas de outros países. Bruna diz que desde sempre foi apaixonadas por pedras naturais e intui que na natureza tudo tem seu porquê. Foi quando descobriu que cada pedra tem uma energia diferente e consequentemente uma serventia diferente. A inspiração da artista vem do mix de todas essas predileções e de todas suas vivências. Já com o macramê, sua relação foi autodidata:
“Aprendi e aprendo tudo sozinha. O macramê é uma técnica milenar utilizada por vários povos no mundo todo. Nessa técnica tecemos sem agulhas, usando apenas fios e nós para compor os distintos pontos que existem. A versatilidade da técnica é que mais me encanta, pois com ela podemos produzir desde grandiosas cortinas e wallhangers até pequenos e delicados acessórios”, comenta a artesã.
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Fotografia por Davi Ribeiro / Mamute Lab
“Eu, como historiadora e amantes de acessórios com essa roupagem vintage e até mesmo medieval, utilizo do macramê e das pedras naturais e para chegar em um resultado bacana, trazendo essa minha inspiração histórica, por assim dizer, mas sem perder de vista a elegância da contemporaneidade. É muito legal poder vender para as pessoas acessórios que, além de bonitos, trazem um cuidado para a saúde física, mental, emocional e energética”, complementa Bruna.
Para a artesã, O Coletivo é um espaço muito especial onde ela pode encontrar outros produtores, criadores e empreendedores diferenciados para, juntos, levarem ao público suas criações que são essencialmente artesanais e feitas com muito carinho e cuidado.
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Fotografia por Davi Ribeiro / Mamute Lab
          “Eu posso dizer que O Coletivo acaba atuando como uma plataforma muito legal na cidade porque dá visibilidade para pequenos produtores artesanais. Assim, fomenta a cultura da economia criativa de um lado, incentivando os produtores a ter cada vez mais variedades, e do outro, oferecendo ao público uma possibilidade diferenciada de consumo. Santos é uma cidade carente em alternativas de consumo. As pessoas acabam tendo que recorrer ao shopping ou grandes lojas quando precisam fazer compras. Com O Coletivo o público tem a possibilidade de experimentar outras alternativas de consumo mais consciente, o que reforça o conceito de economia local viva e fortalece a economia local.”, comenta a artesã.

          Jaya Macramê é uma marca muito querida no projeto e estará conosco novamente na edição do dia 12 de novembro lá no Kawabanga Snack & Bar. E olha só: a Bruna já publicou em suas redes sociais um dos lançamentos que vai levar para esta edição e nós garantimos: será imperdível! Confira tudo que vai rolar em novembro! É só confirmar sua presença no evento também: O Coletivo- feira de criativos: 12 & 26 de novembro no Kawabanga Bar. 

Confira as redes sociais da Jaya Macramê:
Facebook: /jayamacrame

Whatssap: (13) 9.9770.0034
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Siga O Coletivo por aí:
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          Você tem um trabalho autoral e quer participar deste projeto também? Envie seu material e as informações da sua marca via mensagem lá na fanpage O Coletivo 🙂

Conexão Chile > Brasil: mosaicos únicos em estilo livre com a Free Design

          Marcelo Marquez, o criador a frente da Free Design, é chileno e formado em designer de interiores e iluminação. Assim que chegou ao Brasil, há cerca de 4 anos, se deparou com um cenário político social e econômico difícil, e, após sua busca sobre o que fazer no país, se interessou pela arte do mosaico. O artesão acreditou e apostou no mercado quando notou ser uma arte muito admirada na cultura brasileira em função das nossas raízes portuguesas. Foi quando decidiu ir em busca das técnicas, o que o fez desenvolver uma forma própria de produzir as peças, com a ideia de criar itens versáteis para uso diário e não só como objetos de decoração. 

          A princípio, com a criação das primeiras peças, sua marca ainda não tinha nome. Marcelo estava mais preocupado em saber qual seria a reação das pessoas, se suas criações agradariam o público, se perceberiam o valor deste trabalho e se usariam também como decoração em suas casas.

          “A motivação veio da minha formação como desenhador, acredito que todos têm o direito de desfrutar do desenho e das suas formas.”  – acrescenta o artesão. 

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Fotografia: Tatiana Lafraia / Mamute Lab

 

          No Chile, sua pátria, trabalhou sempre na empresa de sua família, uma construtora. Na maior parte do tempo participando de obras licitadas para o governo e empresas de mineração, o que lhe deu a oportunidade de viajar bastante e conhecer pessoas dos mais diferentes lugares.

        Segundo o artesão, empreender é uma luta constante:

          “Essa é a verdade: Não creiam que trocar um emprego para formar seu próprio negócio será mais fácil, ou que vai ter mais tempo livre. É completamente sua a responsabilidade de dedicar-se e resolver os mínimos detalhes, desde o processo criativo até o processo de venda e pós venda . Agora, é claro, você estará envolvido com o seu universo e o que ama fazer, e isso não tem preço!”

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Fotografia: Tatiana Lafraia / Mamute Lab

       

          Já participei de outros bazares na nossa cidade e a diferença do Coletivo é que é um encontro de artistas e criadores, todos empreendedores de alta qualidade no que fazem. A curadoria, que em Santos, é algo que a maioria dos bazares de Santos não se preocupa. Muitos ou quase todos os produtores de bazar estão preocupados em vender stands e não da qualidade deles. Ao contrário, no Coletivo, a preocupação da curadoria é com a qualidade e diferencial dos produtos e que sejam produzidos, de fato, artesanalmente. Muito disso porque a produtora do evento é também empreendedora da sua própria marca ,conhecedora deste negócio e das necessidades dos expositores. Isso dá a ela uma visão diferente do que é um bazar atrativo para o público. Para mim, tudo isso faz a diferença.” – complementa. 

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Fotografia: Tatiana Lafraia / Mamute Lab

          Ao final do nosso papo, Marcelo aconselha: “Se decidir empreender, esteja preparado para muita luta e muito trabalho e às vezes também algumas decepções, mas se a sua arte – qualquer que seja ela, está em no seu coração, continue lutando, porque não há maior satisfação ver o seu trabalho nas mãos de pessoas que a admiram. Não tem preço”. Autodidata e sempre atento ao gosto dos clientes, Marcelo segue com suas pesquisas de mercado, está sempre se aprimorando e trazendo novidades no evento. 

          A Free Design – arte em mosaicos é uma marca que vale a pena conhecer de pertinho e é presença confirmada na próxima edição do Coletivo, dia 12 de novembro, das 15 às 21h no Kawabanga Snack & Bar.  Venha conhecer nossos expositores de pertinho e contribuir com nossa economia local, prestigiando artistas como ele! Já anotou na agenda? Fique por dentro de tudo que vai rolar em novembro e siga a gente nas redes sociais:
+ Instagram: @ocoletivoprojeto 
Facebook: O Coletivo
+ Portal: www.ocoletivoprojeto.wordpress.com  

           Ah! E você encontra os produtos da Free Design mensalmente e ao vivo na feira  O Coletivo e também nas redes sociais da marca:
+ Instagram: @mosaicos_freedesign

 

 

Supraciclagem, consumo consciente e muita criatividade: conheçam a Oficina Upcycle

          Há uns 20 anos, Chrystianne Leite e seu companheiro Paulo Cezar Cardozo, começaram a fazer móveis, peças decorativas e utilitárias para uso próprio. Em seu pequeno apartamento, onde também é o ateliê do casal, que, segundo a artista, parece uma galeria. Os armários da cozinha são feitos de janelas encontradas na rua; a sala tem quadros, painéis, prateleiras e luminárias feitas por eles; e até a decoração do banheiro é autoral. As peças são feitas, na sua maioria, com material descartado ou que ia ser descartado.

“Geralmente, damos um novo uso para os objetos do cotidiano. Uma catraca de bicicleta, por exemplo, pode se transformar na base de um castiçal”, conta a artesã.

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Fotografia: Davi Ribeiro / colab: Mamute Lab
“A minha paixão por decoração sustentável começou quando eu era estagiária de jornalismo, em Manaus-AM. A assessora de imprensa da empresa onde eu trabalhava  já falava de sustentabilidade quando essa palavra ainda nem era conhecida e me passou o conceito de format tão natural que me encantei  pelo tema. Ela também tinha um ótimo gosto por decoração sustentável e isso me influenciou. Já a paixão de Cardozo por transformar objetos começou quando era criança. Era ele quem fazia os próprios brinquedos a partir de materiais inusitados e sempre foi apaixonado por tudo que emitia luz, daí a atual paixão por luminárias.”
          Chrystianne conta que até pouco tempo, ela e Cardozo trabalhavam apenas com Comunicação. A artista foi repórter de tv por mais de 20 anos em afiliadas da Globo e da Record e também trabalhou em assessorias de imprensa. Hoje é roteirista de filmes institucionais para a produtora Monstro Filmes, na capital paulista. Cardozo é repórter cinematográfico e fotógrafo e já trabalhou em emissoras de tv de Santos e São Paulo, onde dirigiu um documentário sobre a Laje de Santos.  Passou dois anos a bordo de um barco registrando os problemas da costa brasileira e depois fez o mesmo trabalho na Antártica. Hoje o casal divide as atividades na área com a Oficina Upcycle.
          A ideia da Oficina Upcycle surgiu no começo do ano, mas vem sendo gestada desde que foi criada, há cinco anos, a página Upcycle Brasil, no Facebook. Nela, a artista posta ideias em torno da cultura Upcycle, sem fins lucrativos. Pra quem não sabe, UPCYCLE quer dizer  supraciclar, ou seja,  ampliar a vida de determinado objeto ou material dando um novo uso pra ele. Ao reciclar uma lata de refri, por exemplo, nós temos que transportar a lata para uma usina de reciclagem, usar energia pra derreter o alumínio, água pra resfriar os equipamentos etc. Já quando apenas decoramos a lata e a usamos como um porta-treco, evitamos todo esse gasto energético. Conclusão: a supraciclagem é mais interessante para o planeta que a própria reciclagem!
“Com a criação da página Upcycle Brasil, comecei também a postar as peças que produzíamos. Com os “likes” dos amigos e de pessoas que nem nos conheciam, fomos nos animando a transformar o hobby num negócio “, lembra a jornalista.
          Tanto a Chrystianne como Cardozo produzem as peças da oficina, mas quem fica com a parte de divulgação nas redes sociais, do marketing e da organização financeira é a Chrystianne: “Ainda estou engatinhando nessa área, mas tenho estudado bastante por conta própria e participado de alguns workshops. Acho muito importante buscar essa profissionalização, afinal, o cliente merece ser bem atendido e, com certeza, vai cobrar isso.Uma das minhas maiores dificuldades, hoje, é a logística de distribuição. Ainda preciso aprender mais sobre isso.”
          A participação do casal, agora em outubro, nO Coletivo, foi uma grande estreia: “Já havíamos feito trabalhos de decoração e organização de ambientes para amigos, vendido algumas peças para amigos de amigos, mas não há nada como ver nosso trabalho exposto a um público realmente “isento” (rs) “, conta a Chrystianne. Segundo a artesã, na feira ela pode perceber o que chamou mais a atenção dos visitantes, sentiu se as peças estavam com um preço justo, trocou ideias com os outros artesãos, faz novos contatos e até já recebeu encomendas. Para a jornalista, a existência de feiras como O Coletivo é fundamental para novos empreendedores como eles.
“As vendas que fiz me deixaram muito feliz, mas esse foi só um aspecto positivo da nossa participação, tanto que já reservamos nosso espaço para o dia 3 de dezembro”
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Fotografia: Davi Ribeiro / colab Mamute Lab
“Mesmo na era do e-commerce e das vitrines virtuais, é importante ter esses pontos de encontro físicos. Você aprende com os outros expositores, com os visitantes… Essa troca é muito enriquecedora. E tudo no O Coletivo é bem profissional: os organizadores pensam na divulgação, nas atrações da feira, na qualidade do espaço, nas regras de convivência, e até na contribuição do evento para a sociedade. Há sempre incentivo à doação de livros e outros itens para entidades beneficentes. Desejo longa vida ao O Coletivo e que venham mais iniciativas de fomento aos artistas, artesãos e criativos do nosso país. Há muita gente talentosa por aí que só precisa de um empurrãozinho pra começar e de apoio pra continuar na luta. Talento + profissionalização + incentivo = sucesso.”
          A Oficina Upcycle volta em nossa edição do dia 03 de dezembro e estará com mais peças incríveis, cheias de histórias e carinho. Gostou de saber um pouquinho da jornada deles? Então comente aqui, conta pra gente, compartilhe com os amigos e divulgue estas iniciativas! Desta forma você também colabora com a economia local e incentiva outros artesãos a iniciarem jornadas como esta!
          Ah! E fique atento às postagens em nossas redes sociais: estamos com muitas novidades e marcas cheias de talento e histórias para contar! Confira as Próximas edições: 12 e 26 de novembro lá no facebook!  Esperamos por vocês! 🙂
Confira nossas redes sociais:
Encontre a Oficina Upcycle nas redes sociais:
+ Facebook: /Upcycle.Brasil
+ Instagram: @oficina_upcycle

Feira de empreendedores acontece em Santos e tem entrada gratuita

Essa edição conta com programação especial para as crianças

Uma opção para quem quer fugir de locais muito cheios, comprar um produto diferenciado ou presentear com algo exclusivo é a 21ª edição do projeto O Coletivo – feira de criativos, que acontece dia 8 de outubro, em Santos, com entrada gratuita.

O Coletivo é um projeto voltado ao pequeno empreendedor a fim de fomentar projetos artesanais e autorais na Baixada Santista. A proposta reúne mensalmente mais de 20 criativos com produtos exclusivos e o melhor dos segmentos de moda feminina, masculina, infantil, decoração, bem estar e gastronomia.

Quem visitar a feira poderá encontrar objetos de decoração para casa, camisetas, bolsas, acessórios em madeira, crochê e muitas opções para todos os gostos e bolsos. São 23 empreendedores que estarão expondo no evento. A feira ainda conta com troca de livros, sorteios e pintura artística para as crianças com a artista plástica Nane Anders.

Além disso, comprar de quem faz ou do pequeno empreendedor, movimenta o comércio local e promove o desenvolvimento social. Ao comprar da pequena empresa, o consumidor ajuda os pequenos negócios a se fortalecerem, estimulando o empreendedor a inovar, a melhorar o seu desempenho, a diversificar a oferta de produtos e serviços e a atender melhor o cliente.

Opções para presentear no dia das crianças? Tem sim, senhor!

Com a proximidade do dia das crianças, muitos pais, avós, tios e padrinhos buscam alternativas para presentear os pequenos de forma criativa, diferente e lúdica, muitas vezes buscando brinquedos educativos e sustentáveis.

Uma das expositoras é a Pinhata, uma marca de brinquedo criada por uma mãe que acredita numa infância mais conectada ao mundo real. Os brinquedos não requerem bateria, dessa forma ativam a imaginação, promovem a interação e desenvolvem a criatividade. Inspiradas no design lúdico, são peças de uso comum que transformam tudo numa enorme brincadeira.

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Pinhata

Outras opções são os bonecos de crochê da Alecrim Handmade e as roupas da Entresaias, que tem uma linha infantil com peças exclusivas cheias de estilo para a criançada.

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Entresaias

A 21ª edição do projeto O Coletivo – feira de criativos acontece das 15hs às 21hs, no Kawabanga Snack E Bar, que fica na Avenida Siqueira Campos, 431. Quem quiser pode contribuir doando um litro de óleo de cozinha para o Grupo Amigo do Lar Pobre (GALP).

Lista completa de expositores:
+ Entresaias
+ Na Casa Dela Tinha
+ Alecrim Handmade
+ Oficina Upcycle
+ Etc & Tal – cartonagem
+ Atelier Adriana Fonseca 
+ Marininna
+ Nós
+ Free Design
+ Pinhata
+ Lia Junqueira
+ Cake Casamenteiro
+ Cortes Criativos
+ Cookies Delí
+ Dona Lolla
+ Santo Cake
+ Piknikchik acessórios
+ Natural Gastronomia
+ Josemar móveis
+ Jaya macramê
+ Lili Olive Art Studio
+ LMG
+ BL Bijoux 

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Arte: Sanatório Geral

Informações para a imprensa
Fernanda Vicente

Pandora – Comunicação e Assessoria de Imprensa para mulheres
pandoraimprensa@gmail.com