Destaque

Um projeto que nasceu para fomentar a economia criativa na Baixada Santista


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Fotografia por Tatiana Lafraia – integrante do coletivo Mamute Lab
          Comprar direto de quem faz pode ser mais divertido, é mais barato e está super em alta! Indo contra a maré das grandes indústrias e super produções chinesas, O Coletivo surgiu para incentivar o consumo consciente e a economia criativa, jogando luz sobre pequenos produtores e artistas autorais, apresentando trabalhos de alta qualidade.

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Fotografia por Brunita Azevedo

‘A ideia é desmistificar o conceito que artesanato e pequenas confecções não tenham a mesma qualidade que grandes marcas. Ao contrário do que muitos pensam, o artesanato tem muito mais qualidade por ser feito um a um e com todo cuidado. São peças pensadas e escolhidas a dedo pelos artistas. Não há pressa na produção, pelo contrário! Há muito cuidado e carinho em cada etapa do processo’, explica Aline Tolotti, idealizadora e organizadora do projeto.

Conheça melhor o projeto e todas edições que já rolaram nos álbuns em nossa fanpage lá no facebook e prestigie os mais de 100 artistas que já passaram pelos nossos eventos!

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Autodidata, a criadora da marca Jaya uniu o macramê e sua paixão pelas pedras naturais

          Historiadora de formação, Bruna Azevedo – criadora da marca Jaya Macramê, trabalhou muitos anos como professora e realizando pesquisas na área. Nesse processo de trabalho sempre se dedicou a desenvolver atividades que eram essencialmente mentais e abstrata e, com o passar dos anos, sentiu necessidade de fazer algo que utilizasse as mãos para construir coisas mais concretas.
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Fotografia por Davi Ribeiro / Mamute Lab
          A marca nasce então do gosto pelas atividades manuais, da necessidade em produzir coisas belas e também como uma forma de ajudar as pessoas, trazendo acessórios que, segundo a artesã, são também amuletos de cura. Ela acredita que o Universo pode nos trazer harmonia se soubermos ouvir seus pequenos sinais. As pedras escolhidas para a marca são, em sua maioria, lapidadas uma a uma por um pequeno artesão de Minas Gerais, e, sempre que possível, a artesã também traz algumas pedras importadas de outros países. Bruna diz que desde sempre foi apaixonadas por pedras naturais e intui que na natureza tudo tem seu porquê. Foi quando descobriu que cada pedra tem uma energia diferente e consequentemente uma serventia diferente. A inspiração da artista vem do mix de todas essas predileções e de todas suas vivências. Já com o macramê, sua relação foi autodidata:
“Aprendi e aprendo tudo sozinha. O macramê é uma técnica milenar utilizada por vários povos no mundo todo. Nessa técnica tecemos sem agulhas, usando apenas fios e nós para compor os distintos pontos que existem. A versatilidade da técnica é que mais me encanta, pois com ela podemos produzir desde grandiosas cortinas e wallhangers até pequenos e delicados acessórios”, comenta a artesã.
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Fotografia por Davi Ribeiro / Mamute Lab
“Eu, como historiadora e amantes de acessórios com essa roupagem vintage e até mesmo medieval, utilizo do macramê e das pedras naturais e para chegar em um resultado bacana, trazendo essa minha inspiração histórica, por assim dizer, mas sem perder de vista a elegância da contemporaneidade. É muito legal poder vender para as pessoas acessórios que, além de bonitos, trazem um cuidado para a saúde física, mental, emocional e energética”, complementa Bruna.
Para a artesã, O Coletivo é um espaço muito especial onde ela pode encontrar outros produtores, criadores e empreendedores diferenciados para, juntos, levarem ao público suas criações que são essencialmente artesanais e feitas com muito carinho e cuidado.
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Fotografia por Davi Ribeiro / Mamute Lab
          “Eu posso dizer que O Coletivo acaba atuando como uma plataforma muito legal na cidade porque dá visibilidade para pequenos produtores artesanais. Assim, fomenta a cultura da economia criativa de um lado, incentivando os produtores a ter cada vez mais variedades, e do outro, oferecendo ao público uma possibilidade diferenciada de consumo. Santos é uma cidade carente em alternativas de consumo. As pessoas acabam tendo que recorrer ao shopping ou grandes lojas quando precisam fazer compras. Com O Coletivo o público tem a possibilidade de experimentar outras alternativas de consumo mais consciente, o que reforça o conceito de economia local viva e fortalece a economia local.”, comenta a artesã.

          Jaya Macramê é uma marca muito querida no projeto e estará conosco novamente na edição do dia 12 de novembro lá no Kawabanga Snack & Bar. E olha só: a Bruna já publicou em suas redes sociais um dos lançamentos que vai levar para esta edição e nós garantimos: será imperdível! Confira tudo que vai rolar em novembro! É só confirmar sua presença no evento também: O Coletivo- feira de criativos: 12 & 26 de novembro no Kawabanga Bar. 

Confira as redes sociais da Jaya Macramê:
Facebook: /jayamacrame

Whatssap: (13) 9.9770.0034
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Siga O Coletivo por aí:
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          Você tem um trabalho autoral e quer participar deste projeto também? Envie seu material e as informações da sua marca via mensagem lá na fanpage O Coletivo 🙂

Conexão Chile > Brasil: mosaicos únicos em estilo livre com a Free Design

          Marcelo Marquez, o criador a frente da Free Design, é chileno e formado em designer de interiores e iluminação. Assim que chegou ao Brasil, há cerca de 4 anos, se deparou com um cenário político social e econômico difícil, e, após sua busca sobre o que fazer no país, se interessou pela arte do mosaico. O artesão acreditou e apostou no mercado quando notou ser uma arte muito admirada na cultura brasileira em função das nossas raízes portuguesas. Foi quando decidiu ir em busca das técnicas, o que o fez desenvolver uma forma própria de produzir as peças, com a ideia de criar itens versáteis para uso diário e não só como objetos de decoração. 

          A princípio, com a criação das primeiras peças, sua marca ainda não tinha nome. Marcelo estava mais preocupado em saber qual seria a reação das pessoas, se suas criações agradariam o público, se perceberiam o valor deste trabalho e se usariam também como decoração em suas casas.

          “A motivação veio da minha formação como desenhador, acredito que todos têm o direito de desfrutar do desenho e das suas formas.”  – acrescenta o artesão. 

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Fotografia: Tatiana Lafraia / Mamute Lab

 

          No Chile, sua pátria, trabalhou sempre na empresa de sua família, uma construtora. Na maior parte do tempo participando de obras licitadas para o governo e empresas de mineração, o que lhe deu a oportunidade de viajar bastante e conhecer pessoas dos mais diferentes lugares.

        Segundo o artesão, empreender é uma luta constante:

          “Essa é a verdade: Não creiam que trocar um emprego para formar seu próprio negócio será mais fácil, ou que vai ter mais tempo livre. É completamente sua a responsabilidade de dedicar-se e resolver os mínimos detalhes, desde o processo criativo até o processo de venda e pós venda . Agora, é claro, você estará envolvido com o seu universo e o que ama fazer, e isso não tem preço!”

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Fotografia: Tatiana Lafraia / Mamute Lab

       

          Já participei de outros bazares na nossa cidade e a diferença do Coletivo é que é um encontro de artistas e criadores, todos empreendedores de alta qualidade no que fazem. A curadoria, que em Santos, é algo que a maioria dos bazares de Santos não se preocupa. Muitos ou quase todos os produtores de bazar estão preocupados em vender stands e não da qualidade deles. Ao contrário, no Coletivo, a preocupação da curadoria é com a qualidade e diferencial dos produtos e que sejam produzidos, de fato, artesanalmente. Muito disso porque a produtora do evento é também empreendedora da sua própria marca ,conhecedora deste negócio e das necessidades dos expositores. Isso dá a ela uma visão diferente do que é um bazar atrativo para o público. Para mim, tudo isso faz a diferença.” – complementa. 

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Fotografia: Tatiana Lafraia / Mamute Lab

          Ao final do nosso papo, Marcelo aconselha: “Se decidir empreender, esteja preparado para muita luta e muito trabalho e às vezes também algumas decepções, mas se a sua arte – qualquer que seja ela, está em no seu coração, continue lutando, porque não há maior satisfação ver o seu trabalho nas mãos de pessoas que a admiram. Não tem preço”. Autodidata e sempre atento ao gosto dos clientes, Marcelo segue com suas pesquisas de mercado, está sempre se aprimorando e trazendo novidades no evento. 

          A Free Design – arte em mosaicos é uma marca que vale a pena conhecer de pertinho e é presença confirmada na próxima edição do Coletivo, dia 12 de novembro, das 15 às 21h no Kawabanga Snack & Bar.  Venha conhecer nossos expositores de pertinho e contribuir com nossa economia local, prestigiando artistas como ele! Já anotou na agenda? Fique por dentro de tudo que vai rolar em novembro e siga a gente nas redes sociais:
+ Instagram: @ocoletivoprojeto 
Facebook: O Coletivo
+ Portal: www.ocoletivoprojeto.wordpress.com  

           Ah! E você encontra os produtos da Free Design mensalmente e ao vivo na feira  O Coletivo e também nas redes sociais da marca:
+ Instagram: @mosaicos_freedesign

 

 

Supraciclagem, consumo consciente e muita criatividade: conheçam a Oficina Upcycle

          Há uns 20 anos, Chrystianne Leite e seu companheiro Paulo Cezar Cardozo, começaram a fazer móveis, peças decorativas e utilitárias para uso próprio. Em seu pequeno apartamento, onde também é o ateliê do casal, que, segundo a artista, parece uma galeria. Os armários da cozinha são feitos de janelas encontradas na rua; a sala tem quadros, painéis, prateleiras e luminárias feitas por eles; e até a decoração do banheiro é autoral. As peças são feitas, na sua maioria, com material descartado ou que ia ser descartado.

“Geralmente, damos um novo uso para os objetos do cotidiano. Uma catraca de bicicleta, por exemplo, pode se transformar na base de um castiçal”, conta a artesã.

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Fotografia: Davi Ribeiro / colab: Mamute Lab
“A minha paixão por decoração sustentável começou quando eu era estagiária de jornalismo, em Manaus-AM. A assessora de imprensa da empresa onde eu trabalhava  já falava de sustentabilidade quando essa palavra ainda nem era conhecida e me passou o conceito de format tão natural que me encantei  pelo tema. Ela também tinha um ótimo gosto por decoração sustentável e isso me influenciou. Já a paixão de Cardozo por transformar objetos começou quando era criança. Era ele quem fazia os próprios brinquedos a partir de materiais inusitados e sempre foi apaixonado por tudo que emitia luz, daí a atual paixão por luminárias.”
          Chrystianne conta que até pouco tempo, ela e Cardozo trabalhavam apenas com Comunicação. A artista foi repórter de tv por mais de 20 anos em afiliadas da Globo e da Record e também trabalhou em assessorias de imprensa. Hoje é roteirista de filmes institucionais para a produtora Monstro Filmes, na capital paulista. Cardozo é repórter cinematográfico e fotógrafo e já trabalhou em emissoras de tv de Santos e São Paulo, onde dirigiu um documentário sobre a Laje de Santos.  Passou dois anos a bordo de um barco registrando os problemas da costa brasileira e depois fez o mesmo trabalho na Antártica. Hoje o casal divide as atividades na área com a Oficina Upcycle.
          A ideia da Oficina Upcycle surgiu no começo do ano, mas vem sendo gestada desde que foi criada, há cinco anos, a página Upcycle Brasil, no Facebook. Nela, a artista posta ideias em torno da cultura Upcycle, sem fins lucrativos. Pra quem não sabe, UPCYCLE quer dizer  supraciclar, ou seja,  ampliar a vida de determinado objeto ou material dando um novo uso pra ele. Ao reciclar uma lata de refri, por exemplo, nós temos que transportar a lata para uma usina de reciclagem, usar energia pra derreter o alumínio, água pra resfriar os equipamentos etc. Já quando apenas decoramos a lata e a usamos como um porta-treco, evitamos todo esse gasto energético. Conclusão: a supraciclagem é mais interessante para o planeta que a própria reciclagem!
“Com a criação da página Upcycle Brasil, comecei também a postar as peças que produzíamos. Com os “likes” dos amigos e de pessoas que nem nos conheciam, fomos nos animando a transformar o hobby num negócio “, lembra a jornalista.
          Tanto a Chrystianne como Cardozo produzem as peças da oficina, mas quem fica com a parte de divulgação nas redes sociais, do marketing e da organização financeira é a Chrystianne: “Ainda estou engatinhando nessa área, mas tenho estudado bastante por conta própria e participado de alguns workshops. Acho muito importante buscar essa profissionalização, afinal, o cliente merece ser bem atendido e, com certeza, vai cobrar isso.Uma das minhas maiores dificuldades, hoje, é a logística de distribuição. Ainda preciso aprender mais sobre isso.”
          A participação do casal, agora em outubro, nO Coletivo, foi uma grande estreia: “Já havíamos feito trabalhos de decoração e organização de ambientes para amigos, vendido algumas peças para amigos de amigos, mas não há nada como ver nosso trabalho exposto a um público realmente “isento” (rs) “, conta a Chrystianne. Segundo a artesã, na feira ela pode perceber o que chamou mais a atenção dos visitantes, sentiu se as peças estavam com um preço justo, trocou ideias com os outros artesãos, faz novos contatos e até já recebeu encomendas. Para a jornalista, a existência de feiras como O Coletivo é fundamental para novos empreendedores como eles.
“As vendas que fiz me deixaram muito feliz, mas esse foi só um aspecto positivo da nossa participação, tanto que já reservamos nosso espaço para o dia 3 de dezembro”
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Fotografia: Davi Ribeiro / colab Mamute Lab
“Mesmo na era do e-commerce e das vitrines virtuais, é importante ter esses pontos de encontro físicos. Você aprende com os outros expositores, com os visitantes… Essa troca é muito enriquecedora. E tudo no O Coletivo é bem profissional: os organizadores pensam na divulgação, nas atrações da feira, na qualidade do espaço, nas regras de convivência, e até na contribuição do evento para a sociedade. Há sempre incentivo à doação de livros e outros itens para entidades beneficentes. Desejo longa vida ao O Coletivo e que venham mais iniciativas de fomento aos artistas, artesãos e criativos do nosso país. Há muita gente talentosa por aí que só precisa de um empurrãozinho pra começar e de apoio pra continuar na luta. Talento + profissionalização + incentivo = sucesso.”
          A Oficina Upcycle volta em nossa edição do dia 03 de dezembro e estará com mais peças incríveis, cheias de histórias e carinho. Gostou de saber um pouquinho da jornada deles? Então comente aqui, conta pra gente, compartilhe com os amigos e divulgue estas iniciativas! Desta forma você também colabora com a economia local e incentiva outros artesãos a iniciarem jornadas como esta!
          Ah! E fique atento às postagens em nossas redes sociais: estamos com muitas novidades e marcas cheias de talento e histórias para contar! Confira as Próximas edições: 12 e 26 de novembro lá no facebook!  Esperamos por vocês! 🙂
Confira nossas redes sociais:
Encontre a Oficina Upcycle nas redes sociais:
+ Facebook: /Upcycle.Brasil
+ Instagram: @oficina_upcycle

Feira de empreendedores acontece em Santos e tem entrada gratuita

Essa edição conta com programação especial para as crianças

Uma opção para quem quer fugir de locais muito cheios, comprar um produto diferenciado ou presentear com algo exclusivo é a 21ª edição do projeto O Coletivo – feira de criativos, que acontece dia 8 de outubro, em Santos, com entrada gratuita.

O Coletivo é um projeto voltado ao pequeno empreendedor a fim de fomentar projetos artesanais e autorais na Baixada Santista. A proposta reúne mensalmente mais de 20 criativos com produtos exclusivos e o melhor dos segmentos de moda feminina, masculina, infantil, decoração, bem estar e gastronomia.

Quem visitar a feira poderá encontrar objetos de decoração para casa, camisetas, bolsas, acessórios em madeira, crochê e muitas opções para todos os gostos e bolsos. São 23 empreendedores que estarão expondo no evento. A feira ainda conta com troca de livros, sorteios e pintura artística para as crianças com a artista plástica Nane Anders.

Além disso, comprar de quem faz ou do pequeno empreendedor, movimenta o comércio local e promove o desenvolvimento social. Ao comprar da pequena empresa, o consumidor ajuda os pequenos negócios a se fortalecerem, estimulando o empreendedor a inovar, a melhorar o seu desempenho, a diversificar a oferta de produtos e serviços e a atender melhor o cliente.

Opções para presentear no dia das crianças? Tem sim, senhor!

Com a proximidade do dia das crianças, muitos pais, avós, tios e padrinhos buscam alternativas para presentear os pequenos de forma criativa, diferente e lúdica, muitas vezes buscando brinquedos educativos e sustentáveis.

Uma das expositoras é a Pinhata, uma marca de brinquedo criada por uma mãe que acredita numa infância mais conectada ao mundo real. Os brinquedos não requerem bateria, dessa forma ativam a imaginação, promovem a interação e desenvolvem a criatividade. Inspiradas no design lúdico, são peças de uso comum que transformam tudo numa enorme brincadeira.

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Pinhata

Outras opções são os bonecos de crochê da Alecrim Handmade e as roupas da Entresaias, que tem uma linha infantil com peças exclusivas cheias de estilo para a criançada.

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Entresaias

A 21ª edição do projeto O Coletivo – feira de criativos acontece das 15hs às 21hs, no Kawabanga Snack E Bar, que fica na Avenida Siqueira Campos, 431. Quem quiser pode contribuir doando um litro de óleo de cozinha para o Grupo Amigo do Lar Pobre (GALP).

Lista completa de expositores:
+ Entresaias
+ Na Casa Dela Tinha
+ Alecrim Handmade
+ Oficina Upcycle
+ Etc & Tal – cartonagem
+ Atelier Adriana Fonseca 
+ Marininna
+ Nós
+ Free Design
+ Pinhata
+ Lia Junqueira
+ Cake Casamenteiro
+ Cortes Criativos
+ Cookies Delí
+ Dona Lolla
+ Santo Cake
+ Piknikchik acessórios
+ Natural Gastronomia
+ Josemar móveis
+ Jaya macramê
+ Lili Olive Art Studio
+ LMG
+ BL Bijoux 

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Arte: Sanatório Geral

Informações para a imprensa
Fernanda Vicente

Pandora – Comunicação e Assessoria de Imprensa para mulheres
pandoraimprensa@gmail.com

Cookies Delí: empreendimento materno com muito amor

          Uma mãe cheia de habilidades. Assim pode-se definir a Natali Gifoni C. Fernandes, criadora da Cookies Delí. Formada em Publicidade e Propaganda, pós-graduada em Administração de Empresas, ela, até pouco tempo, trabalhava como assistente financeira.
          Toda essa versatilidade profissional ficou ainda mais evidente quando ela se tornou mãe e decidiu junto com o Roberto, seu marido e parceiro de empreendedorismo, que não trabalharia fora durante um tempo. “Nunca me imaginei empreendedora, mas a maternidade muda tudo em nossa vida”.
          No meio da loucura que é encarar a vida de mãe, ela conta que aproveitou para colocar em prática seus dotes confeiteiros. Fez alguns cookies deliciosos e macios em casa e todo mundo que provou, amou. E foi aí que a ideia de empreender começou a brotar. “O Roberto, que sempre esteve do meu lado, disse: porque você não faz pra vender? Ele sim tinha a mente empreendedora”, ela reflete.
“Eu respondi que nem tomar banho eu conseguia direito, imagina fazer algo com compromisso… Mas é claro que me aguçou o desafio e a oportunidade de ser uma mãe empreendedora. Seria um sonho poder trabalhar e ainda estar com as minhas meninas”.
          No mesmo ano, ela resolveu fazer uma fanpage no Facebook e, com a proximidade do Natal, as encomendas começaram e não pararam mais. A Cookies Delí já era um negócio. Um empreendimento materno. Mas de onde vem essa mão para fazer cookies tão caprichados e cheios de sabor?
Ela conta: “Minha mãe sempre fez doces muito gostosos e eu sempre estava do lado aprendendo, ajudando, atrapalhando… Um belo dia tive vontade de comer cookies macios, foi então que eu fui lá e fiz, sem nenhuma pretensão”.
          E não é que deu certo? Tudo, é claro, com a ajuda de seu companheiro, Roberto. “Ele foi essencial para todo o início e é até hoje meu maior incentivador, muitas vezes meu ajudante e quem me fez acreditar que tudo daria certo”.
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Fotografia: A. Cervantes / Edição de Páscoa – Abril
          Ela, que nunca sonhou em empreender, se pergunta hoje como conseguiu viver sem este ofício antes de tudo começar. “Descobri que nasci pra ter mais essa realização na vida. Algo que eu pudesse chamar de meu. Poder inovar, moldar, mudar, criar. Me completou ainda mais por ser um empreendedorismo materno. Sou muito mais feliz por ter conciliado essas duas missões”, reflete.
          Presença confirmada no O Coletivo desde o início do projeto, ela revela que estar ali junto com outros empreendedores e artesãos é uma forma maravilhosa de expor os produtos.  É como uma vitrine. Estar cara a cara com o cliente faz toda a diferença para o crescimento de um negócio.”
        Você encontra os produtos Cookies Delí mensalmente e ao vivo na feira  O Coletivo e também nas redes sociais da marca:
Instagram: @cookies_deli
Whatssap: (13) 98127-7730
          Vem pro Coletivo! Os deliciosos cookies e mais de 20 criativos com produtos exclusivos, troca de livros, nosso projeto Livro Livre pela cidade, sorteios de três cestas recheadas, comidinhas deliciosas e nesta edição também com a discotecagem do querido João Romualdo, que também estará com a Artedois Santos e uma seleção de discos incríveis para quem é fã de vitrola. Já sabe, né? Anote na agenda e convide todo mundo para curtir mais uma edição animada com a gente: O Coletivo – feira de criativos – 17 de setembro no Kawabanga :: Av. Siqueira Campos, 431, canal 4 – Santos/SP.

Betinho Neto: um incansável sonhador, nosso designer e parceiro.

incansável
adjetivo de dois gêneros
  1. 1.
    que não se cansa; que nada é capaz de cansar.
    “orador i.”
  2. 2.
    que não descansa; ativo, laborioso, enérgico.
    “i. organizador”
          Incansável! Betinho Neto é leonino, puro amor, designer gráfico do Coletivo, nosso apoiador, parceiro do projeto, criador da Revista Sanatório Geral, produtor no Andança, está buscando a felicidade (seja ela onde for), é um ser humano sem igual, tem um coração maior do que ele mesmo e chegou aqui para contar pra gente um pouquinho do que pensa, sonha e faz dessa vida!
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Fotografia por A. Cervantes
Quem é Betinho Neto?
“Betinho neto está em busca de ser uma pessoa boa. E boa é no sentido de ser bom para as pessoas. Eu sou um grande buscador da felicidade eu acho. Do bem estar, do amor. Achei que era tanta coisa antes… mas hoje eu sou isso!”
O que significa e qual propósito do Andança pra você?
“É resgatar a música nacional de qualquer tipo, de É o Tchan até Elis Regina para as pessoas do Brasil. Eu acho que as pessoas precisam conhecer mais o país em que elas moram, a mistura maravilhosa e cultural do país que elas moram, que é um mais ricos culturalmente do mundo, que tem de tudo, uma diversidade maravilhosa, mas que existe muito preconceito e tal. Mas existe uma galera que tá afim de quebrar esse preconceito e conhecer coisas novas e tem uma galera que tá a fim de testar coisas novas. O Andança musical com os shows foi muito significativo pra mim porque você tirou músicos que só tocam um certo tipo de música – e colocar eles para cantar coisas nada a ver com eles – eles toparam esse desafio e foram lá e fizeram shows incríveis, emocionantes, lindos e agora a gente tem uma coleção nova vindo para tornar as paredes das casas brasileiras… (pausa) eu acho que a gente esqueceu do orgulho de ser brasileiro, da arte brasileira – porque a arte do Brasil é motivo de orgulho, a gente tem as melhores cantoras do mundo. Reconhecidas mundialmente! Elis Regina, Elza Soares, Maria Bethânia, o timbre de voz, incríveis! Tem poetas incríveis como Chico Buarque, Milton Nascimento e agora a gente tem Anitta explodindo por aí, Pabllo Vittar… é tanta gente que merece orgulho! Porque são pessoas que merecem ser reverenciadas por alguma coisa. E eu acho que o Andança que reverenciar isso, O Brasil para o Brasil, não importa que seja um pouquinho para pouquinhas pessoas, mas o trabalho de formiguinha é importante e a gente esqueceu desse trabalho. Faz aos pouquinhos, resgate umas coisas.  A gente fez uma andança samba de mulheres que foi um resgato. A gente fez Clementina de Jesus e tinha gente que nunca tinha ouvido Clementina de Jesus, não sabia quem era Clementina de Jesus! A gente precisa proporcionar pro outro a chance de conhecer coisas maravilhosas.
É abrir não a porta, mas a janela, para deixar as pessoas voarem. Ninguém pode ser preso em nada. Todo conhecimento é de todo mundo. Eu acho que o Brasil e sua cultura tem um conhecimento tão amplo e tão incrível, começando com nossa língua, nossa forma de se comunicar e nossa forma de estabelecer conexões, que merecem ser divulgados para todas as pessoas desse país.”
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Inauguração da Coleção Andança no projeto Coletivo – edição de agosto – especial dia dos pais. Fotografia/divulgação: projeto O Coletivo
Sobre fazer da arte seu trabalho, o que isso significa pra você?
“Eu acho que meu trabalho não é arte. Ele é um grande combinado do que as pessoas me pedem. Eu só traduzo o que elas querem que eu faço para elas. Arte é o que eu faço pro Andança. Fora isso eu acho que é um combinado da gente. Mas eu quero citar uma pessoa que me deixou muito feliz e foi um dos melhores trabalhos que já fiz que é o Marcus di Bello – Sleep Mode, que o programa dele é apenas uma mosca e só. Só tem a mosca. Meu trabalho é traduzir o que as pessoas estão querendo falar numa imagem.”
 
O que é cultura pra você?
“Cultura é você, a música da sua língua, é o que você gosta, o que o seu país produz. É você comer baião de 2 e ficar meia feliz. Cultura é orgulho. Cultura é o que a gente é, de onde a gente veio, o que acalanta o coração.”
 
Qual seu maior sonho profissional?
“Meu maior sonho profissional é poder trabalhar com um projeto que tenha um fator social envolvido. Um exemplo disso é O Coletivo e o tema do dia dos pais. É sempre valorizar o pai que é qualquer pessoa, a mãe que é qualquer pessoa. Meu sonho profissional é poder coordenar uma equipe humanizada. Humanizar uma equipe. Ter um cliente humanizado, e tornar essa marca humanizada, e mostrar que é tão fácil cuidar de gente, vendendo miojo… (risos). Mas tenho medo disso hein, não sou expert! Mas, esse é meu maior sonho!”
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Fotografia A. Cervantes

 

Se você pudesse doar um sentimento para as pessoas, o que doaria?
“Doaria paz, calor dentro do nosso coração. Doaria dois bracinhos dentro de cada um para abraçar nosso coraçãozinho e energia. Se eu pudesse, sabe, eu doaria para todos os amigos e todas as pessoas que eu amo, tudo meu. Porque todas as pessoas que estão na minha vida e que eu amo, merecem todo amor desse mundo. Então o que eu daria e tiraria de mim seria toda paz do mundo. Quando a gente está em paz, a gente consegue enxergar o mundo e ir para o caminho certo.”
 
Para você, o que é transformar?
“Transformar é abraçar. Abraço bem forte, sabe? Acho que quando você abraça uma pessoa bem forte você transforma essa pessoa.”
A gente pode abraçar de várias formas, com arte, pode abraçar com gesto, uma coisa, uma frase, um post no facebook, mas a maior transformação pra mim é você tomar alguém nos braços. Quando você toma essa pessoa nos seus braços, ela não será mais a mesma. Um abraço é a união de dois corações, que se distanciam e são outras pessoas. Acho que pra mim, isso é transformar.
 
Qual sua dica para um empreendedor realizar um sonho profissional?
“Para de ouvir que não vai dar certo, primeiro começa e depois dá certo. Pára de ser louca! O ditado mais velho do mundo e que ninguém mais sabe: quem não arrisca, não petisca.”
Então em três palavras, quais são as inspirações de vida para o Betinho neto?
“Jarina, Robson e Fernanda.”

Acompanhe também a coleção Andança na loja virtual, pela fanpage do projeto no facebook  e nos pontos de venda: Loja Disqueria (Av. Cons. Nébias, 850 lj 4) , no bar Porto Brasil (Rua XV de Novembro, 18, Santos ), no Ateliê da MrN Bolsas (Rua Goiás, 154 altos) – e em São Paulo na Casa Elefante (Rua Cesário Mota Junior, 277 Sobreloja, Vila Buarque).

Já conhece ou quer conhecer mais sobre o trabalho desta pessoa incrível? Olha só onde você pode encontrá-lo: 
Betinho Neto
QG Sanatório | Revista Sanatório Geral

(11) 94028-1021 (Nextel)
+QGSANATÓRIO
(Portfólio de projetos e designer)
+SANATÓRIO GERAL
(Revista e ações do Coletivo)

A simpatia por trás da Nós Macramê tem nome: Lívia Ceciliano.

         Responsável pela criação e produção de cada plant hanger que colore e enfeita seu stand no projeto O Coletivo, Lívia, que aprendeu o macramê nos anos 70, voltou a fazer este trabalho manual há pouco tempo, a pedido da filha, Gabriela.
Fotografia por Amanda Cervantes
          “Ano retrasado, a moda voltou e minha filha pediu que fizesse um pra ela, e eu estava sem nada pra fazer, tinha pedido demissão depois de dez anos no mesmo emprego e estava bastante deprimida”.
          Ela pesquisou fios coloridos que permitissem a técnica e se encantou com a variedade de cores. “Fiz de todas as cores, a Gabriela ficou com alguns, postou uma foto nas redes sociais e, com isso, vendi vários”. Mesmo assim Lívia conta que para vender todos os outros que havia confeccionado, foi atrás de bazares especializados em artesanato, mandou fotos e foi aceita. Segundo ela, foi a melhor coisa que fez. “Conheci pessoas incríveis e passei a ter muito o que fazer. Ano passado cheguei a participar da Casa Cor Oficial Rio, me descobriram pelo Instagram, é muito bom ter seu trabalho reconhecido”.
Fotografia por Brunita Azevedo
          Sobre seu novo ofício, Lívia, que é expositora fixa do projeto O Coletivo desde a primeira edição, reflete: “Empreender pra mim é viver, manter a cabeça e o corpo funcionando. Sou bastante desorganizada na parte administrativa, prefiro criar e produzir, mas uma hora eu tomo jeito, pra mim o que mais vale é ter ocupação”.
          Para ela, eventos como O Coletivo são muito importantes para impulsionar e fomentar o empreendedorismo e a arte. “Adoro o Coletivo pelo clima de amizade, a energia das pessoas envolvidas e principalmente pela seriedade da curadoria que sempre traz artesãos e trabalhos realmente manuais e de muito bom gosto. Costumo participar de outros inclusive em São Paulo e acho que esse movimento é muito importante para divulgação de trabalhos artesanais e também para girar a economia criativa.”
Fotografia por Caroll Solari
          Lívia Ceciliano é nossa empreendedora do coração! Desde o início do projeto, sempre firme, alegre e impulsionando ideias, é uma criativa inquieta, que incentiva outros artistas e que sempre esteve caminhando (e segurando na mão) lado a lado conosco. Obrigada, Lívia! Você é muito especial em nosso projeto!
         Neste domingo (06), a Nós e outros 21 criativos estarão reunidos para um encontro especial! Confirme sua presença no evento oficial e fique por dentro de todas as atrações e tudo que vai rolar! Só clicar aqui ó: O Coletivo – feira de criativos – 06 de agosto no Kawabanga Bar, na Av. Siqueira Campos, 431 – canal 4, Santos (SP).
          O evento acontece neste domingo, das 15 às 21h, a música ficará por conta dos quatro papais Djs convidados para os setlists, uma exposição de câmeras analógicas e um bate-papo com demonstração de revelação manual, sorteios de três cestas recheadas de produtos handmade dos expositores da edição, a estreia do projeto Livro Livre, o cantinho de leitura para troca ou para levarem seus exemplares preferidos para casa, drinks deliciosos, café com copinho especial pela Cookies Delí e muitas delícias para comer (inclusive veganas – mais uma novidade!). Para passar um domingo delicioso com essa galera, vem pro Coletivo!
         Você encontra os produtos da Nós mensalmente e ao vivo na feira O Coletivo e também nas redes sociais da marca:
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